As declarações foram feitas durante uma visita a um quartel de bombeiros, onde acrescentou que agora se vê que Estados apoiam o seu na campanha contra o Irão e os que não o fazem, conforme um comunicado distribuído com o seu discurso.
No desenvolvimento da sua acusação a Espanha, Herzog disse que “existe uma coligação formidável e regional com o objetivo de mudar o Médio Oriente e, antes de tudo, destruir as capacidades do império do mal do Irão”.
As suas acusações foram feitas depois de Espanha se ter negado a autorizar o uso das bases de Moron e Rota para as operações militares israelo-norte-americanas contra o Irão, o que levou Donald Trump a ameaçar cortar “todo o comércio com Espanha”.
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No seguimento, o chefe do governo espanhol, Pedro Sánchez, reafirmou a posição, declarando que a Espanha não será "cúmplice de algo que é mau para o mundo, simplesmente por medo de represálias".
Sánchez reiterou a rejeição do “terrível regime dos ‘ayatollah'” no Irão, mas argumentou que “não se pode responder a uma ilegalidade com outra” e, por isso, apelou para fim das hostilidades e uma solução diplomática para o conflito.
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Fonte: noticiasaominuto
05/03/2026 18:15











