Ainda não havia sido dobrado o primeiro minuto quando Gonçalo Sousa recebeu a bola à vontade no lado esquerdo da área pacense e daí rematou cruzado, para bater o desprotegido Rafa Oliveira, fazendo o golo que decidiu este jogo e permitiu aos “dragões” subir ao sexto lugar da classificação geral.
O Paços de Ferreira saiu como entrou neste encontro, no último posto da tabela classificativa, com 23 pontos e um jogo ainda em atraso.
Em desvantagem desde cedo, o Paços de Ferreira procurou reagir e conseguiu-o com uma construção ofensiva paciente, mas também inconsequente e, portanto, sem criar perigo ao guarda-redes João Costa.
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Foi preciso esperar pelo minuto 21 para se ver uma intervenção de João Costa, que defendeu com segurança um cabeceamento do defesa central Rafael Vieira.
A resposta portista surgiu quase de seguida com um contra-ataque envolvendo João Teixeira e Duarte Cunha, que o primeiro finalizou desviando bola sobre a baliza pacense.
Os visitantes foram tentando invadir a área portista, mas sem êxito porque o FC Porto B fechou-se bem no seu meio-campo defensivo e logrou manter a sua baliza a salvo.
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O Paços de Ferreira foi para o intervalo com mais posse de bola (67%) do que o FC Porto B (33%) e mais cantos (quatro contra zero), mas o golo de Gonçalo Sousa fazia toda a diferença, a favor da equipa anfitriã.
A tendência estatística manteve-se na segunda parte e com iguais resultados, com o Paços de Ferreira a ter mais iniciativa e o FC Porto B a jogar pelo seguro e a apostar mais no contra-ataque.
João Costa efetuou uma boa defesa para canto após remate forte de Anilson aos 52 minutos, Bernardo Lima forçou Rafa Oliveira a ceder canto aos 62 e à medida que a partida caminhou para o fim os portistas começaram a pensar mais em manter a vantagem do que em ampliá-la.
Iuri Moreira acorreu a um cruzamento da direita aos 89 minutos na área e conseguiu cabecear, mas de modo deficiente, e João Costa voltou a mostrar serviço de qualidade aos 90+2 com nova boa defesa.
Quase sobre a hora, o Paços de Ferreira reclamou uma grande penalidade, o árbitro esperou pelo videoárbitro e a sentença foi que não tinha havido nada, tendo o jogo terminado logo a seguir com o triunfo portista e um cartão vermelho para o técnico pacense.
Fonte: noticiasaominuto
23/02/2026 23:36











