“Hoje eu queria centrar a minha intervenção no combate à interioridade e das políticas públicas que devem ser desenvolvidas para valorizar o interior”, afirmou, escusando-se a fazer mais comentários sobre o novo ministro da Administração Interna, Luís Neves, que hoje tomou posse, e quem apenas desejou “as maiores felicidades”.
José Luís Carneiro falava aos jornalistas antes de entrar para um encontro com militantes e simpatizantes, em Vila Real, mo âmbito da sua recandidatura a secretário-geral do Partido Socialista, sob o lema “Contamos Todos”.
"O meu interesse hoje é falar sobre o desenvolvimento do interior.
📌 Pontos Principais
Faço já a minha declaração de interesses, é tratar dos contratos territoriais de desenvolvimento como metodologia de valorização dos recursos dos territórios", afirmou.
José Luís Carneiro tem insistido na mensagem sobre estes contratos territoriais, explicando que devem integrar as infraestruturas essenciais, uma política fiscal, e financiamento público e financiamento privado “para garantir que este espaço territorial tem vida para o futuro”.
“Vida para a comunicação social e para os jornalistas que trabalham nesta região, para os jovens qualificados que querem focar a viver nestes territórios e essa é a minha grande preocupação hoje”, sublinhou Referiu ainda que “dois terços da população do país vive num terço do território”.
🧠 Análise da Situação
“Há dois terços do território que estão em inutilidade económica e nós temos que ter a ambição para cumprir a agenda para o desenvolvimento do interior para a qual contribuíram muitas personalidades e que tem 40 medidas: fiscais, de investimento, de criação de emprego, de aposta na educação e aposta na saúde, nas infraestruturas rodoviárias e ferroviárias e é essa a nossa agenda”, sublinhou.
Defendendo que a "melhor forma de se viver melhor em Lisboa e também se viver melhor no Porto" é valorizar o desenvolvimento do interior do país.
Apesar da insistência dos jornalistas, José Luís Carneiro não fez mais comentários sobre o novo MAI e sobre mais um adiamento, para 6 de março, das eleições para o Conselho de Estado, Provedor de Justiça e Tribunal Constitucional apenas disse que: – “vai ser resolvido, julgo, nos próximos dias”.
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“Eu sei bem que há uma agenda que a partir de Lisboa dá instruções e que querem que façam essas perguntas, mas as nossas perguntas e as nossas respostas são aquelas que têm que ver com a vida das pessoas”, referiu.
O secretário-geral do PS voltou a lembrar o convite do primeiro-ministro para uma reunião, na quarta-feira, sobre a resposta à catástrofe que assolou e reforçou que o PS "apresentou 70 medidas".
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Fonte: noticiasaominuto
23/02/2026 20:26











