Trump ameaça países que “jogarem sujo” após fim de tarifaço: “Cuidado” Donald Trump afirmou que países que queiram se aproveitar com o fim das tarifas sofrerão taxas ainda “mais altas e piores” atualizado Compartilhar notícia O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a ameaçar países que foram alvos do tarifaço com novas e mais altas taxas e tarifas.
Após a queda do tarifaço imposto por ele, Trump elevou o tom contra os países que queiram tirar proveito da “ridícula decisão da Suprema Corte”.
“Qualquer país que queira ‘jogar sujo’ com a ridícula decisão da Suprema Corte, especialmente aqueles que ‘exploraram’ os EUA por anos e mesmo por décadas, enfrentarão tarifas muito mais altas e piores do que aquelas que acabaram de aceitar.
💥 Impacto e Consequências
Cuidado, comprador.
Agradeço a sua atenção a este assunto”, escreveu Trump.
A declaração foi feita na rede social do republicano, a Truth Social.
📊 Fatos e Dados
O mandatário também chegou a dizer que “não precisa voltar ao Congresso para obter aprovação das tarifas”, contradizendo a decisão da Suprema Corte norte-americana.
“Como presidente, não preciso voltar ao Congresso para obter a aprovação das tarifas.
Elas já foram aprovadas, de diversas formas, há muito tempo.
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Além disso, foram reafirmadas recentemente pela ridícula e mal elaborada decisão da Suprema Corte”, escreveu Donald Trump.
Corte derruba tarifaço Na última sexta-feira (20/2), a Corte determinou ilegal o tarifaço imposto por Donald Trump no primeiro ano deste seu segundo mandato e determinou a suspensão imediata das medidas.
Ao justificar a suspensão, a Corte afirmou que a legislação norte-americana concede ao Executivo poder para “regular” setores e atividades, mas não autoriza a criação de tributos sem a aprovação do Congresso.
Após a determinação, Trump anunciou que vai elevar em 15% as tarifas globais sobre os produtos de outros países.
Trump assinou um decreto autorizando a medida logo após decisão da Corte norte-americana e afirmou que terá duração inicial de até 150 dias, prazo que poderá ser prorrogado se houver autorização do Congresso.
Fonte: metropoles
23/02/2026 13:15











