Marido de mulher que morreu em piscina de academia recebe alta após 8 dias internado Vinicius de Oliveira sofreu intoxicação durante aula de natação na zona leste de São Paulo São Paulo|Do Estadão Conteúdo LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA Produzido pela Ri7a – a Inteligência Artificial do R7 Vinicius de Oliveira, marido de Juliana Faustino Bassetto, professora que morreu aos 27 anos após sofrer intoxicação na piscina da academia C4 Gym, na zona leste de São Paulo, recebeu alta do hospital em que estava internado neste domingo (15).
Vinicius foi internado em estado grave após sair da mesma piscina em 7 de fevereiro.
Em seguida, passou uma semana na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e mais um dia em um quarto do Hospital Brasil.
🌍 O Cenário Atual de r7
Ele é a quinta vítima de intoxicação que recebeu alta.
Entenda o caso
A academia C4 Gym foi interditada pela Prefeitura pouco depois do fato.
A Polícia Civil do Estado de São Paulo, com deferimento do Ministério Público, indiciou os sócios da academia, Cesar Bertolo Cruz, Celso Bertolo Cruz e Cezar Miquelof Terração por homicídio com dolo eventual.
📊 Fatos e Dados
No pedido de indiciamento, o delegado do 42º DP (São Lucas), Alexandre Bento, afirma que eles teriam sido displicentes no atendimento às vítimas e buscado dificultar a investigação do caso, incluindo a tentativa de descaracterizar o local após a morte.
A principal linha de investigação pela polícia até o momento ia na direção de que o cloro teria se misturado com outro cloro de tipo ou marca diferente ou algum produto químico inadequado.
Nos dois casos, há a possibilidade de a mistura gerar uma reação química tóxica.
🔍 Detalhes Importantes
Quem realizava a mistura de produtos era Severino Silva, de 43 anos, funcionário que não tem formação técnica para tal.
Ele afirma que era orientado pelos donos do local quanto à mistura e dosagem, via mensagens de celular.
A juíza Paula Marie Konno, do Tribunal de Justiça de São Paulo, negou o pedido de prisão dos sócios.
Segundo sua decisão, a polícia e o MP não chegaram a apresentar motivos suficientes para justificar “a medida segregatória extrema”, além de já terem prestado depoimento.
Não há, nos autos, registro de que os investigados estivessem “intimidando ou constrangendo testemunhas.” Em nota, a defesa de Cesar, Celso e Cezar afirmou que recebeu “com satisfação a decisão judicial” que dá ao trio a possibilidade de aguardar o julgamento em liberdade e afirmou que eles devem cumprir as medidas cautelares.
“Reiteramos que eles permanecem inteiramente à disposição das autoridades competentes para quaisquer esclarecimentos”.
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Fonte: r7
15/02/2026 18:51











