Condenado pelo homicídio de Eliza Samudio, ex-goleiro Bruno volta ao Maracanã; veja vídeos Bruno foi goleiro rubro-negro de janeiro de 2007 a 2010, quando o time carioca decidiu rescindir o contrato em meio a investigações da morte da modelo O ex-goleiro Bruno Fernandes, condenado a 22 anos de prisão pelo homicídio triplamente qualificado da modelo Eliza Samudio, foi ao Maracanã nesta quarta-feira, 4, para assistir o jogo entre Flamengo e Internacional, que terminou com um vaiado empate.
Bruno foi goleiro rubro-negro de janeiro de 2007 a 2010, quando o time carioca decidiu rescindir o contrato em meio a investigações da morte de Eliza.
Ele foi preso em 2013 e passou para regime semiaberto em 2019.
🌍 Contexto e Relevância
Hoje, está em liberdade condicional.
“Fala, galera, estamos na frente do Maracanã.
Recordar é viver, viver uma história completamente diferente.
🔍 Detalhes Importantes
A emoção é muito grande.
Tanto lá dentro, e você vive essa emoção muito maior aqui fora”, diz Bruno em um dos vídeos publicados no Instagram, relembrando que estreou pelo Flamengo em um embate com o Internacional.
Em outro vídeo, ele disse que era “dia de jogão” e mandou um “alô” para a ração rubro-negra.
🔄 Atualizações Recentes
O ex-goleiro também compartilhou uma série de fotos do lado de fora do estádio, que fica na Zona Norte do Rio de Janeiro, com a legenda: “que saudades eu tava (sic) desse lugar”.
Bruno recebeu comentários de apoio, incluindo de torcedores que o chamaram de “ídolo”.
+ Passaporte de Eliza Samudio será enviado de Lisboa para a sede do Itamaraty Relembre o caso Uma reportagem de VEJA de 2012 trouxe informações inéditas sobre a morte de Eliza Samudio, revelando detalhes técnicos, científicos e testemunhais sobre a articulação de Bruno e seu bando para atrair, sequestrar, matar e dar sumiço ao corpo da modelo.
A morte foi planejada, segundo a apuração de VEJA, por pelo menos cinco meses.
Entre 9 de novembro de 2009 e 7 de maio de 2010 – 35 dias antes de morrer -, ela trocou centenas de mensagens por MSN com amigos.
O caso de Eliza com Bruno (que era casado e tinha noiva e uma amante fixa) veio à tona em outubro de 2009, quando ele e Macarrão a procuraram, espancaram, encostaram uma arma em sua cabeça e lhe deram à força um abortivo que não funcionou.
Eliza denunciou a agressão e, com medo da reação de Bruno, refugiou-se na casa de amigos, sem revelar seu paradeiro.
O temor de ser encontrada fica evidente nas conversas, nas quais ela insiste que “Bruno é maluco” e que à “terra do Bruno vou só com passagem de ida.
Vão me matar lá”.
A partir de janeiro de 2010, um mês antes de o bebê nascer, amigos do goleiro (nunca ele mesmo), sempre por MSN, começaram a pedir a Eliza seu endereço e a tentar atraí-la de volta ao Rio.
Por fim, Eliza foi vencida pela promessa de um apartamento mobiliado e pela exibição de um contrato em que Bruno se comprometia a fazer exame de DNA e a pagar pensão de 3.500 reais.
Chegou ao Rio com o bebê em maio de 2010 e se instalou em um hotel (bancado por Bruno) na Barra da Tijuca, na Zona Oeste, próximo à casa do goleiro.
De lá, ela foi levada a um sítio do goleiro Bruno em Esmeraldas, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, onde foi morta.
Fonte: veja
05/02/2026 14:30











