As punições da Confederação Africana de Futebol às seleções de Senegal e Marrocos Técnico da seleção senegalesa, Pape Thiaw, foi o principal punido e recebeu uma suspensão de cinco jogos A Confederação Africana de Futebol (CAF) anunciou, na noite de quarta-feira, 28, uma série de sanções severas decorrentes da conturbada final da Copa Africana de Nações (CAN) entre Senegal e Marrocos.
O técnico da seleção senegalesa, Pape Thiaw foi o principal punido, recebendo uma suspensão de cinco jogos e uma multa individual de 100 mil dólares (aproximadamente 520 mil reais).
A decisão do Comitê Disciplinar baseou-se em acusações de conduta antidesportiva e violação dos princípios de fair play, após Thiaw ordenar que seus jogadores abandonassem temporariamente o gramado em protesto contra um pênalti assinalado a favor do Marrocos nos minutos finais do tempo regulamentar.
📌 Pontos Principais
A partida, que terminou com a vitória de Senegal por 1 a 0 na prorrogação, foi marcada por cenas de caos.
Além do abandono momentâneo do campo, houve tentativa de invasão por parte da torcida senegalesa, revoltada com a decisão da arbitragem apoiada pelo VAR.
Embora a penalidade tenha sido desperdiçada pelo marroquino Brahim Díaz e Senegal tenha garantido o título posteriormente, o comportamento da delegação e dos torcedores resultou em um prejuízo financeiro recorde para a Federação Senegalesa de Futebol, multada em 615 mil dólares (cerca de 3,2 milhões de reais).
📊 Fatos e Dados
No elenco, os atacantes Iliman Ndiaye e Ismaila Sarr também foram punidos com dois jogos de suspensão cada por comportamento inadequado contra o árbitro.
A seleção do Marrocos também não escapou das sanções disciplinares.
O lateral Achraf Hakimi, do Paris Saint-Germain, foi suspenso por duas partidas por conduta antidesportiva, enquanto o meio-campista Ismaël Saibari recebeu um gancho de três jogos devido a um incidente inusitado, no qual tentou roubar a toalha do goleiro adversário durante o confronto.
🔄 Atualizações Recentes
A Federação Marroquina acumulou multas que somam 315 mil dólares, justificadas pela invasão da área de revisão do VAR por sua comissão técnica, pelo uso de lasers por parte de seus torcedores e pela conduta dos gandulas, que também se envolveram na tentativa de subtrair o material do goleiro senegalês.
Todas as suspensões aplicadas deverão ser cumpridas durante as eliminatórias para a próxima edição da Copa Africana de Nações, em 2027.
(Com AFP)
Fonte: veja
29/01/2026 12:02











