Trump pressiona Irã por acordo após envio de armada e diz que próximo ataque será ‘muito pior’ Presidente americano disse que frota é ‘maior do que a enviada à Venezuela’ e é liderada pelo porta-aviões Abraham Lincoln Internacional|Do Estadão Conteúdo LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA Produzido pela Ri7a – a Inteligência Artificial do R7 O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a elevar o tom contra o Irã nesta quarta-feira (28) ao afirmar que uma “grande armada” naval americana está se deslocando rapidamente em direção ao país, em meio à escalada de tensões no Oriente Médio.
Em publicação na Truth Social, Trump disse que a frota é “maior do que a enviada à Venezuela” e é liderada pelo porta-aviões Abraham Lincoln.
Segundo o presidente, a armada segue “com grande poder, entusiasmo e propósito” e está “pronta, disposta e capaz de cumprir rapidamente sua missão, com velocidade e violência, se necessário”.
🌍 Contexto e Relevância
Trump afirmou esperar que Teerã aceite negociar rapidamente um acordo “justo e equitativo”, que exclua de forma explícita o desenvolvimento de armas nucleares.
“O tempo está se esgotando”, disse, ao ressaltar que a situação é “realmente essencial”.
Ataque ‘muito pior’ Na mensagem, Trump também fez referência a uma ofensiva anterior contra o Irã, a Operação Midnight Hammer, realizada em junho do ano passado, descrita como de “grande destruição”, e advertiu que um novo ataque seria “muito pior”.
📌 Pontos Principais
Leia também
“Façam um acordo.
Eles não fizeram, e houve a operação.
O próximo ataque será muito mais grave.
🔄 Atualizações Recentes
Não deixem isso acontecer novamente”, disse.
A nova ameaça ocorre um dia após Trump afirmar, em entrevista, que espera não precisar usar a “grande armada” naval contra o Irã, embora tenha mantido a pressão militar enquanto sinaliza abertura à via diplomática.
O envio do grupo de ataque do porta-aviões Abraham Lincoln ao Oriente Médio ampliou as opções militares dos EUA, segundo autoridades de defesa, em um momento de forte instabilidade interna no Irã.
O país persa vive uma onda de protestos contra o governo, com mais de 6.000 mortos, de acordo com organizações de direitos humanos, número contestado pelo regime iraniano.
Paralelamente, há relatos de contatos informais entre autoridades iranianas e o enviado especial da Casa Branca, Steve Witkoff, embora Teerã diga que não há negociações formais em curso.
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Fonte: r7
28/01/2026 10:52









