Linha do tempo: o que aconteceu com o Banco Master
Linha do tempo: o que aconteceu com o Banco Master.
Paralelo às revelações bilionárias que envolvem o Banco Master, há um jogo de empurra-empurra nas batalhas políticas sobre de quem seriam as maiores responsabilidades.
Como se o escândalo tivesse uma espécie de marca ideológica.
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Nada mais ilusório ou de má-fé.
O caso envolve gente de esquerda, de direita, do Executivo federal, de Executivos estaduais, municipais, do mundo Legislativo e do Judiciário, além de gente poderosa da iniciativa privada – seja do setor produtivo ou financeiro.
Não sobra quase ninguém, quem sobra?
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“Este é um escândalo de centrão e da direita”, podem argumentar alguns.
Esquecem-se de que no caso há graduados ex-auxiliares de Lula, como os ex-ministros da Justiça, Ricardo Lewandowski, e da Fazenda, Guido Mantega.
Todos contemplados com contratos milionários.
📊 Fatos e Dados
O chefão do banco, Daniel Vorcaro, foi recebido até pelo presidente Lula e o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, em reunião fora da agenda oficial – como costumam ocorrer com os encontros que não se deseja serem publicizados.
“Ah, então é um escândalo da esquerda.” Bem, talvez isso seja uma declaração parcial, porque é preciso incluir os ministros do Supremo Tribunal Federal no rolo.
Dias Toffoli ter compartilhado um jatinho com certo advogado do banco já virou algo pequeno frente ao tanto de informações que enxovalharam a imagem do ministro.
Já o ex-herói (?) Alexandre de Moraes ainda não tem explicações razoáveis para o contrato firmado por sua esposa, de R$ 129 milhões, para defender o banco.
“Escândalo do STF, por certo.” Ora, nisso aí é preciso incluir uma série de políticos ligados à direita que formaram uma espécie de bancada Master no Congresso, incluindo presidentes de siglas poderosas.
Até mesmo o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, levou respingos do escândalo, por receber doação de primo de dirigente.
Nada que se compare ao governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, que no mínimo deu aval a uma operação suspeitíssima em que o BRB, na prática, estatizaria um falido Master.
Serão bilhões de reais de prejuízo para o contribuinte de Brasília.
Nessas teias, talvez seja preciso incluir corretoras, fundos, agentes de investimentos, influencers (incluindo até jornalistas), pastores, Tribunal de Contas da União (!), numa espécie de corrente sem fim.
Tem sido difícil até desenhar um organograma sem deixar alguém ou alguma instituição de fora.
O Master, no final das contas, é uma espécie de escândalo que espelha a geleia geral brasileira.
Fonte: estadao
27/01/2026 15:00











