“Eduardo Bolsonaro é dissidente e não aceitará Tarcísio candidato”, afirma Andreazza Andreazza discute a incerteza da direita para a eleição de 2026 e comenta a dissidência de Eduardo Bolsonaro, que tende a não apoiar candidatos fora da família.
Crédito: TV Estadão
BRASÍLIA — A Polícia Federal (PF) determinou que Eduardo Bolsonaro volte ao cargo de escrivão que ocupava antes de se eleger à Câmara dos Deputados.
A medida, assinada pelo diretor de gestão de pessoas substituto, Licínio Nunes de Moraes Netto, foi publicada no Diário Oficial da União nesta sexta-feira, 2.
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A PF declarou o fim do afastamento de Eduardo da corporação, uma vez que ele teve o mandato de deputado federal cassado em 18 de dezembro.
Com isso, a licença perde efeito.
O retorno ao cargo, diz o ato declaratório, tem “fins exclusivamente declaratórios e de regularização da situação funcional”, e a ausência injustificada “poderá ensejar a adoção das providências administrativas e disciplinares cabíveis”.
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A lei determina que servidores públicos podem ser demitidos se ficar comprovado o abandono do cargo, entre outros motivos.
A PF poderá abrir um processo administrativo disciplinar contra Eduardo se entender que ele está fora do cargo sem justificativa.
Eduardo vive no Texas, nos Estados Unidos, desde março de 2025.
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Na ocasião, ele se licenciou do mandato na Câmara para articular junto à Casa Branca sanções ao Supremo Tribunal Federal (STF) em razão das investigações contra o seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
O prazo da licença de Eduardo se esgotou em julho, a partir de quando suas faltas nas sessões da Câmara passaram a ser registradas.
Em 9 de dezembro, o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), disse que o então parlamentar atingira o número “suficiente” de faltas para ter o mandato parlamentar cassado.
A Mesa Diretora da Câmara cassou o mandato de Eduardo em 18 de dezembro.
Eduardo ocupou o cargo de escrivão da PF entre 2010 e 2014.
Ele passou por departamentos em Guajará-Mirim (RO), Guarulhos (SP), São Paulo e Angra dos Reis (RJ), antes de tomar posse como deputado federal, segundo consta sua biografia no site da Câmara.
Ele é formado em direito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Procurado, Eduardo não respondeu.
Fonte: estadao
02/01/2026 12:59











