Saiba o destino do cachorro levado por Silvinei Vasques em fuga O ex-PRF Silvinei Vasques, que foi preso no Paraguai, fugiu de sua casa em Santa Catarina levando um cachorro pitbull atualizado Compartilhar notícia A tentativa de fuga do ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Silvinei Vasques, ao lado de seu cachorro, ganhou um novo capítulo sobre o destino do animal, neste sábado (27/12).
De acordo com informações da Polícia Federal (PF) repassadas ao Metrópoles, o cachorro, da raça pitbull, não acompanhou o ex-diretor durante a prisão no Paraguai e permaneceu no Brasil aos cuidados de amigos.
Segundo fontes, o próprio conduzido teria informado aos policiais que deixou o animal com conhecidos de confiança.
📌 Pontos Principais
Veja imagens de Silvinei com seu cachorro pitbull: O que aconteceu – Silvinei Vasques foi preso na madrugada de sexta-feira (26/12) no Aeroporto Internacional Silvio Pettirossi, em Assunção, quando tentava embarcar para El Salvador com passaporte falso.
– Imagens de câmeras de segurança mostram o ex-diretor carregando bolsas com ração, tapetes higiênicos, potes e o cachorro em um carro alugado, momentos antes de deixar o território brasileiro.
– O ex-diretor vestia calça de moletom preta, camiseta cinza e boné preto, todos da marca Puma, e transportava materiais específicos para acomodar o animal durante a viagem.
🧠 Análise da Situação
– Segundo apuração da PF, ele rompeu a tornozeleira eletrônica que usava em Santa Catarina e que monitorava seus deslocamentos, o que gerou alertas às autoridades antes da tentativa de fuga.
– Condenado a 24 anos e 6 meses de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por participação no núcleo 2 da trama golpista, Silvinei cumpria medidas cautelares que incluíam a proibição de deixar o país.
– A condenação ocorreu em 16 de dezembro, por envolvimento na elaboração da “minuta do golpe” e na articulação de ações para dificultar o voto de eleitores da Região Nordeste nas eleições de 2022.
🔄 Atualizações Recentes
Silvinei desembarcou em Brasília
Ele seguiu para a Superintendência da Polícia Federal (PF) e depois para o 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal (19º BPM), a Papudinha.
A defesa havia solicitado que a custódia fosse cumprida em Santa Catarina, onde reside, ou na Papudinha, citando critérios técnicos e individualizados para a medida.
Enquanto isso, o destino do cachorro parece seguir tranquilo, aos cuidados de amigos no Brasil, o animal não é alvo de busca policial e permanece fora da logística da investigação.
Fonte: metropoles
27/12/2025 17:12











