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2025: vale a pena lembrar neste fim de ano história do pequeno Roman

30 de dezembro de 2025
in Internacional
Home Internacional
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2025: vale a pena lembrar neste fim de ano história do pequeno Roman Todas as retrospectivas já foram feitas, mas ficou faltando o caso do menino ucraniano que viu a mãe morrer em bombardeio e lutou pela própria vida Dentro de cem anos, como 2025 será lembrado?

Talvez como o ano em que a Inteligência Artificial se propagou tão viralmente que nem nos damos conta de que está na ponta de nossos dedos.

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Ou como o ano em que um estranho presidente americano de topete loiro, cujo nome mal é lembrado, armou a vitória dos Estados Unidos na competição com a China ao fazer um acordo com os potentados da alta tecnologia para prover suas próprias fontes de energia e, assim, ganhar a corrida.

Ou, ao contrário, quando a China disparou inexoravelmente para tomar o primeiro lugar.

Quem se lembrará de Roman Oleksiv, o menino de onze anos que fez a intérprete chorar na história mais comovente de 2025?

🔍 Detalhes Importantes

Pode ser que ele seja rememorado como um símbolo de uma absurda guerra neoimperialista, pode ser que seja esquecido.

Mas nós, habitantes do planeta Terra a ponto de entrar no ano de 2026, não podemos nos esquecer de tudo o que o menino ucraniano simboliza hoje, tanto da barbárie desfechada por Vladimir Putin contra a Ucrânia quanto da incrível pulsão de vida – e da capacidade da medicina avançada – que o fez sobreviver.

Roman arrancou lágrimas da intérprete que traduzia suas palavras do ucraniano para o inglês quando ele esteve no Parlamento Europeu, no último dia 11, para contar, em termos simples, sua saga.

Outras mulheres presentes, parlamentares de diferentes países, também choraram quando ele rememorou o ataque russo com três foguetes disparados contra um hospital da cidade de Vinnitsia em 14 de julho de 2022.

Roman estava lá com a mãe, fazendo um exame.

Completamente soterrada no ataque, ela ficou apenas com os cabelos de fora.

Assim foi identificada pelo filho.

“Foi a última vez que vi minha mãe.

Foi a última vez também que me despedi dela”, contou o menino, fazendo com que a tradução fosse momentaneamente interrompida pela emoção da intérprete, Ievgenia Razumkova.

“Eu consegui passar a mão no cabelo dela e dizer adeus”.

Pensemos nisso: a Rússia é governada por um homem cujas tropas bombardeiam um hospital civil e matam 24 pessoas, como aconteceu em Vinnitsia.

Isso continua acontecendo no momento em que estivermos lendo esse texto.

Os civis ucranianos são bombardeados não pela proximidade de alvos militares, mas para minar o espírito de resistência dos ucranianos.

Foi exatamente esse espírito que permitiu a Roman sobreviver com 45% do corpo queimado, inclusive rosto, parte do couro cabeludo e orelhas.

Ele ficou cem dias em coma, com queimaduras tão profundas que chegavam aos ossos.

Quando recobrou a consciência, todos os seus membros estavam envoltos em ataduras, por fraturas ou ferimentos provocados por estilhaços.

Literalmente, não tinha mais feições faciais.

Era provável que não poderia mais andar nem mexer a mão esquerda.

Levado para um hospital especializado em Dresden, na Alemanha, continuou com a saga de 35 operações.

O processo de recuperação incluiu lições de dança de salão, que Roman já praticava – é uma modalidade muito prestigiada na Ucrânia.

Voltou a dançar ainda usando a máscara elástica para as queimaduras e cirurgias faciais extremas.

Também voltou a estudar um instrumento tradicional ucraniano, um tipo de acordeão chamado bayan.

No momento, ainda não sabemos exatamente o que foi combinando entre Donald Trump e Volodimir Zelenski no encontro de domingo na Flórida.

Muito menos se a Rússia vai aceitar qualquer plano.

Ou fazer de conta que aceita para voltar a atacar a Ucrânia no futuro, uma vez que a “incorporação” total do país faz parte de um projeto amplamente anunciado por Putin, que o considera um componente integral da Rússia.

O que já foi revelado sobre o plano, com concordância de “90%” entre Ucrânia e Estados Unidos, segundo Zelenski: quinze anos de garantias americanas para neutralizar uma nova invasão, manutenção de um exército ucraniano de 800 mil integrantes, zona desmilitarizada na região atualmente mais disputada por tropas dos dois países, ingresso da Ucrânia na União Europeia em 2027 e eventual presença de tropas europeias para supervisionar as promessas (a Rússia já declarou que seriam consideradas forças inimigas).

É um acordo amargo e até injusto para a Ucrânia, forçada a aceitar alguma forma de cessão de 20% de seu território, já ocupado pelos russos.

Qualquer que seja o desenrolar os acontecimentos, não podemos esquecer a história de Roman Oleksiv.

📊 Informação Complementar

Se houver um acordo, não haverá novos horrores assim – e isso deve ser levado em conta pelos que clamam contra as concessões ucranianas.

Os que torcem por Vladimir Putin merecem levar eternamente na consciência o que aconteceu com esse menino quando ele tinha sete anos e passou a mão no cabelo da mãe morta e soterrada.

Que 2026 nos livre desses males.

E que Zelenski não precise a voltar a desejar que “ele desapareça”, como fez na mensagem de Natal, numa referência a Putin.

Seriam injustos os 91 drones que a Rússia afirmou terem vindo da Ucrânia para matar Putin em sua casa de campo oficial?

Ou seriam mais “mentiras russas”, na definição do ucraniano?


Fonte: veja

30/12/2025 16:49

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